Segunda, 17 de dezembro de 2018, 15h37
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Judiciário / modernização

TJ realiza primeiro teste de videoconferência

Outra facilidade da videoconferência é o depoimento de testemunhas em um processo

A Coordenadoria de Tecnologia de Informação (CTI) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) realizou, na manhã desta segunda-feira (17 de dezembro), o primeiro teste da videoconferência, na sala de reuniões do setor. Este é o resultado de uma das ações da CTI, que adquiriu soluções de videoconferência para as 79 comarcas do Estado e que consta no planejamento estratégico da atual gestão, do presidente do Judiciário, desembargador Rui Ramos Ribeiro. Foram adquiridos equipamentos, serviços de instalação, suporte técnico e treinamento junto à empresa contratada para as 79 comarcas mato-grossenses

O contrato prevê a disponibilização de 100 licenças para todas as unidades do Estado e 19 equipamentos (câmera e microfone) para Presidência, Corregedoria-Geral da Justiça, área administrativa e varas criminais de Cuiabá, além de nove kits para presídios que permitirão colher depoimentos dos réus presos. Com isso, haverá redução de gastos, seja com diárias de servidores, seja com o transporte do réu preso, bem como a questão de segurança.

Todas as comarcas já possuem equipamentos nas salas de audiência (webcam e microfone), portanto, para cada unidade será disponibilizada uma licença e seus gestores serão treinados para a administração do portal, podendo criar salas para videoconferências, utilizando da melhor forma a estrutura adquirida. Foi o que explicou o gerente do Departamento de Suporte da Informação (DSI), Helton Correa Pereira da Matta.

“A importância de mais esse recurso dentro do Poder Judiciário de Mato Grosso é a facilidade na comunicação do tribunal com as comarcas. A grande dificuldade que se tem hoje é reunir os gestores, fazer uma reunião rápida para alinhamento sobre qualquer assunto. Agora isso será possível, até mesmo para treinamentos. Daqui um instrutor conseguirá ministrar uma capacitação para todas as comarcas, simultaneamente, ao vivo, podendo responder perguntas e tirar dúvidas”, complementou.

Com a aquisição, o administrador da licença poderá criar uma sala e escolher quem vai participar da videoconferência, encaminhando convite por e-mail ou whats app.

Outra facilidade da videoconferência é o depoimento de testemunhas em um processo. De acordo com o chefe de divisão do DSI, Elzio Virgílio Alves Correa Júnior, o magistrado que necessitar ouvir alguém que esteja em outra cidade poderá fazê-lo por meio dessa ferramenta.

Elzio reiterou que será disponibilizada uma licença por comarca, sendo que cada uma poderá criar até 40 salas simultâneas de videoconferência, sem limitação de pessoas por sala. “Todo material da videoconferência ficará gravado em ‘nuvem’ e com a respectiva conta poderá ser acessadas, baixada e assistida novamente”, acrescentou.

O Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi) será o responsável por fazer a gestão das licenças nas comarcas do interior. Na Capital (Segundo Grau), a gerência ficará sob responsabilidade da TI.



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