Quarta, 30 de maio de 2018, 10h54
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Opinião

Recuperar a satisfação em viver

Estamos vivendo na era dos antidepressivos que atuam sobre os neurônios, mas não devolvem a paz e a fé

Na escola da vida as pessoas não devem sentar uma atrás das outras, mas lado a lado em forma de coletividade participativa, que é uma das formas de se compreender que a competição sadia não está nas roupas que cobrem o corpo e desnudam a alma; não está na potência dos carros; não está na quantidade numérica dos “ex-amores”, mas principalmente porque as pessoas estão mais competitivas e menos contemplativas; estão mais individualizadas e menos solidárias; estão infelizes a procurar de sentimentos imaginários e ficam a comparar as conquistas provisórias e prazeres artificiais; com isso, estão se isolando ou se esquivando da felicidade participativa, até um dia entender que não existe felicidade de mão única.

Estamos vivendo na era dos antidepressivos que atuam sobre os neurônios, mas não devolvem a paz e a fé. A doença do século não está no corpo, mas na alma, quantas pessoas estão mendigando carinho pela noite na busca desesperada por parceiros para ajudá-las a exercitar aquilo que aqui na terra, costumamos chamar de “FAZER AMOR”.

Quantas pessoas estão vivendo e sofrendo a dor da depressão, só porque preferem optar pelo viver individualizado:

1 - a ansiedade está instalada em todas as suas ações: o prazer da conquista foi substituído pela desmotivação;

2 - o reconhecimento das virtudes foi substituído pela baixa “autoestima”;

3 - o prazer de comemorar entre amigos foi substituído pelo isolamento social;

4 - muitos pensam que o libido alterado pode ser substituído pelas cápsulas fornecidas nos balcões farmacêuticos;

5 - pessoas pensam que o amor vem depois do sexo;

6 - e ao fim de tudo, sem poder saciar as futilidades impostas, o vazio aumenta e vem o pior, “a desistência de si mesmo”, porque a depressão vai sendo instalada a cada passo e não tem data para mudar de residência.

Com o passar dos dias e ao completar as primaveras, o nosso viver é contaminado por dúvidas e desconfianças, e sobre a égide da insegurança, as pessoas ficam confortavelmente esperando pela sorte e em busca de uma orientação de um ser dito superior; e por isso vemos aumentar a legião de decoradores de capítulos de livros sobre “autoajuda”.

Mas, a vida nos ensina que as reformas existenciais devem vir de dentro para fora, sem essa percepção, as pessoas vão sendo combalidas pela vida depressiva, passam a duvidar das forças que alimentam a sua fé, passam duvidar das mudanças e com isso, as suas decisões vão sendo retardadas e tempo passa sem ser percebido.

A recuperação do sentido pleno da vida está no entendimento que a melhor terapia sempre esteve disponível, é gratuita, e é recuperadora da felicidade e do vazio da alma, basta associar-se ao exército distribuidor de sentimentos limpos em forma de amor ao próximo, isso é gratuito, pois as obras filantrópicas podem ser inclusa nos seus projetos pessoais em forma de ações caridosas.

A troca de relacionamentos e experiências, tornaram-se atualmente em atuações em escassez em forma de ações proativas, mas infelizmente as pessoas só conseguem falar de si mesmas, quando entra na sala do psicoterapeuta, ai já é muito tarde.

WILSON CARLOS FUÁ é economista, especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais Políticas.

wilsonfua@gmail.com

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Na escola da vida as pessoas não devem sentar uma atrás das outras, mas lado a lado em forma de coletividade participativa, que é uma das formas de se compreender que a competição sadia não está nas roupas que cobrem o corpo e desnudam a alma; não está na potência dos carros; não está na quantidade numérica dos “ex-amores”, mas principalmente porque as pessoas estão mais competitivas e menos contemplativas; estão mais individualizadas e menos solidárias; estão infelizes a procurar de sentimentos imaginários e ficam a comparar as conquistas provisórias e prazeres artificiais; com isso, estão se isolando ou se esquivando da felicidade participativa, até um dia entender que não existe felicidade de mão única.

Estamos vivendo na era dos antidepressivos que atuam sobre os neurônios, mas não devolvem a paz e a fé. A doença do século não está no corpo, mas na alma, quantas pessoas estão mendigando carinho pela noite na busca desesperada por parceiros para ajudá-las a exercitar aquilo que aqui na terra, costumamos chamar de “FAZER AMOR”. 

Quantas pessoas estão vivendo e sofrendo a dor da depressão, só porque  preferem optar pelo viver individualizado:

1 - a ansiedade está instalada em todas as suas ações: o prazer da conquista foi substituído pela desmotivação;

2 - o reconhecimento das virtudes foi substituído pela baixa “autoestima”; 

3 - o prazer de comemorar entre amigos foi substituído pelo isolamento social;

4 - muitos pensam que o libido alterado pode ser substituído pelas cápsulas fornecidas nos balcões farmacêuticos; 

5 - pessoas pensam que o amor vem depois do sexo; 

6 - e ao fim de tudo, sem poder saciar as futilidades impostas, o vazio aumenta e vem o pior, “a desistência de si mesmo”, porque a depressão vai sendo instalada a cada passo e não tem data para mudar de residência.

Com o passar dos dias e ao completar as primaveras, o nosso viver é contaminado por dúvidas e desconfianças, e sobre a égide da insegurança, as pessoas ficam confortavelmente esperando pela sorte e em busca de uma orientação de um ser dito superior; e por isso vemos aumentar a legião de decoradores de capítulos de livros sobre “autoajuda”. 

Mas, a vida nos ensina que as reformas existenciais devem vir de dentro para fora, sem essa percepção, as pessoas vão sendo combalidas pela vida depressiva, passam a duvidar das forças que alimentam a sua fé, passam duvidar das mudanças e com isso, as suas decisões vão sendo retardadas e tempo passa sem ser percebido.

A recuperação do sentido pleno da vida está no entendimento que a melhor terapia sempre esteve disponível, é gratuita, e é recuperadora da felicidade e do vazio da  alma, basta associar-se ao exército distribuidor de sentimentos limpos em forma de amor ao próximo, isso é gratuito, pois as obras filantrópicas podem ser inclusa nos seus projetos pessoais em forma de ações caridosas.

A troca de relacionamentos e experiências, tornaram-se atualmente  em atuações em escassez em forma de ações proativas, mas infelizmente as pessoas só conseguem falar de si mesmas, quando entra na sala do psicoterapeuta, ai já é muito tarde.

WILSON CARLOS FUÁ é economista, especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais Políticas.

wilsonfua@gmail.com



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