Quarta, 13 de setembro de 2017, 17h40
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Política / investigação

Fagundes e Galli receberam doações ilegais da JBS e compõem Comissão

Confira a íntegra da reportagem do portal de notícias UOL

O senador Wellington Fagundes (PR) e o deputado federal Victório Galli (PSC), que teriam recebido doações ilegais da JBS fazem parte da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar se houve irregularidades nas operações da holding JeF, dona da JBS, com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), entre 2007 e 2016.

 

Confira a íntegra da reportagem do portal de notícias UOL

 

O senador Wellington Fagundes (PR), que faz parte da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS, recebeu quase R$ 2 milhões em doações eleitorais feitas pela empresa JBS em 2014.

 

Outro mato-grossense citado na lista dos políticos que receberam dinheiro da empresa e que agora compõem a comissão que vai investigar esquemas de corrupção ligados à JBS é o deputado federal Victório Galli. Conforme o UOL, Galli recebeu R$ 30 mil nas últimas eleições.

 

A comissão apura se houve irregularidades nas operações da holding J&F, dona da JBS, com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), entre 2007 e 2016. A suspeita é a de pagamento de propinas para obter financiamentos do banco.

 

O grupo é dirigido pelos irmãos Joesley e Wesley Batista. Joesley está preso desde domingo (10) por determinação do ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), acusado de omitir informações no acordo de delação, que foi suspenso.

 

Até agora, cerca de 130 requerimentos já foram apresentados à CPMI. Os parlamentares pedem, por exemplo, a convocação dos irmãos Batista e de integrantes dos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.



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