Quarta, 11 de outubro de 2017, 14h54
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Política / R$ 3 milhões

Investigada por desvio, FAESP firma convênio com Unemat e prefeitura de Cáceres

A publicação do dia 10 de outubro, mostra o convênio firmado sem licitação pelas instituições



No Diário Oficial do Estado (DOE) circulou a contratação da Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (Faesp) de empresa especializada em imagens de alta resolução com a Universidade do Estado de Mato Grosso e a Prefeitura de Cáceres.

 

A publicação do dia 10 de outubro, mostra o convênio firmado sem licitação pelas instituições.

 

A Faesp é investigada pelo desvio de R$ 3 milhões por serviços prestados, por meio de empresas fantasmas, para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Tribunal de Contas do Estado, Secretaria de Estado de Infraestrututa (Sinfra) e Prefeitura de Rondonópolis.

 

O esquema foi descoberto após a deflagração da operação Convescote pelo Ministério Público Estadual.

 

A primeira fase da Convescote, deflagrada no dia 20 de junho deste ano, resultou no cumprimento de 11 mandados de prisões e quatro conduções coercitivas.


Dentre as pessoas que foram detidas na época estão a servidora Karinny Emanuelle Campos Muzzi de Oliveira, a funcionária da Faesp, Jocilene Rodrigues Assunção, Marcos Moreno Miranda e João Silva Queiroz, o empresário Luiz Benvenutti Castelo Branco de Oliveira, Marcos José da Silva, José Antônio Pita Sassioto, Cláudio Roberto Borges Sassioto, José Carias da Silva Neto e Hallan Gonçalves de Freitas.


O oficial de justiça Éder Gomes de Moura também foi preso na ocasião, por tentar subornar uma gestora judiciária em R$ 15 mil para ter acesso das cópias da ação penal que investiga a Faesp.


Conforme o Gaeco, já foram identificadas oito empresas irregulares que participaram do esquema, que funcionava da seguinte maneira: instituições públicas firmavam convênios com a Faesp para prestação de serviços de apoio administrativo. A Fundação, por sua vez, contratava empresas de fachadas para terceirização de tais serviços.


Ao final, os recursos obtidos eram divididos entre os envolvidos, sendo que o responsável pela empresa normalmente ficava com uma pequena porcentagem do montante recebido e o restante era dividido entre funcionários da fundação e servidores do TCE.

 



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